posted 3 de setembro de 2010
Incenso
“O incenso não é um artefato místico e sim um recusro natural
que nos auxilia a atingir certos fins, variáveis conforme os
perfumes e demais elementos constituintes das ervas, resinas,
etc., cujas moléculas se desprendem com a queima e evolam,
permitindo imediata absorção pela membrana pituitária.”
Mestre DeRose – Tratado de Yôga pág. 733
posted 28 de janeiro de 2009

A História da fondue
A fondue (palavra feminina que significa fundido ou derretido) foi criada na Suíça em meio à Segunda Guerra Mundial. Por causa das batalhas e do inverno rigoroso, os camponeses que moravam nas regiões montanhosas não tinham como buscar mantimentos nas cidades.
Para não morrer de fome, eles aproveitavam os restos de queijo, já que eram produtores de leite e fabricavam muito queijo. Com o principal ingrediente à mão e em fartura, acabaram inventando uma comida quente, simples, saborosa e nutritiva para agüentar o frio. A mistura ficava no fogo até derreter. Os camponeses, então, mergulhavam pedaços de pão no creme, enquanto borbulhava.
A iguaria só ganhou fama na década de 50, quando o chefe Conrad Egli, do restaurante Chalet Suísse, em Nova York, passou a servir o prato. Para complementar, criou a fondue de chocolate, que servia de sobremesa.
Apesar de ter surgido de forma rústica, a fondue se tornou uma comida refinada. Isso porque os ingredientes utilizados possuem um preço um pouco elevado, como é o caso dos queijos gouda, gorgonzola, emental e gruyère.
posted 28 de janeiro de 2009
Praticar é essencial!
Instra. Cristina Ribeiro

O corpo humano é uma máquina que se alimenta de movimento e através dele obtém suas articulações, músculos, tendões e ligamentos em perfeito estado de funcionamento.
Portanto, venha praticar sem demora e sem preguiça !
Mais informações no link abaixo:
http://www1.folha.uol.com.br/folha/equilibrio/noticias/ult263u675377.shtml
Fonte: Folha OnLine
posted 15 de dezembro de 2009
Dance, envolva-se pela movimentação swáSthya!
Instra. Gabriella Barreiros
“Nada revela mais do que somos
do que a forma que dançamos!”
Há mais de 5000 anos, na região do Vale do Indu, nasceu a filosofia do Yôga. Seu criador foi imortalizado na mitologia hindu com o nome de Shiva Natarája, que traduz como Rei dos Bailarinos.
As coreografias consistem na terceira característica do SwáSthya Yôga.
Elas são feitas exclusivamente de ásanas e múdras.
Beijos.
Instra. Gabriella Barreiros
posted 11 de dezembro de 2009
Inclua a prática no seu dia-a-dia
Instra. Gabriella Barreiros
Lembra quando estava na escola e se perguntava onde vou utilizar isso tudo que estou aprendendo?
Embora ainda existam pessoas que se questionam, é bom relembrar a que ponto as práticas do nosso método, o conhecimento, o envolvimento com pessoas, o dia-a-dia junto dessa enorme família, influenciam positivamente cada ser humano e os demais à sua volta!
Então mãos a obra!
Pare tudo que está fazendo agora e comece a perceber a entrada e saída de ar, de energia, ao inspirar e ao expirar, sempre pelo nariz.
Comece a perceber o quanto é valioso e precioso tudo isso que acaba de captar!
Bioenergia, vitalidade, força, poder e muita, mais muita, energia!
Pronto viu como é simples incluir uma das principais técnicas de sua prática na sua rotina diária!
Bom proveito, desfrute cada milésimo de segundo desses instantes!
Beijos.
Instra. Gabriella Barreiros
posted 9 de dezembro de 2009
A quinta característica da Nossa Cultura
texto extraído do blog do DeRose
A valorização do sentimento gregário
O sentimento gregário é a força de coesão que nos fez crescer e tornar-nos tão fortes. Sentimento gregário é a energia que nos mobiliza para participar de todos os cursos, eventos, reuniões, viagens e festas do SwáSthya Yôga, pois isso nos dá prazer. Sentimento gregário é o sentimento de gratidão que eclode no nosso peito pelo privilégio de estar juntos e participando de tudo ao lado de pessoas tão especiais. É o poder invisível que nos confere sucesso em tudo o que fizermos, graças ao apoio que os colegas nos ofertam com a maior boa vontade. Sentimento gregário é a satisfação incontida com a qual compartilhamos nossas descobertas e dicas para o aprimoramento técnico, pedagógico, filosófico, ético etc. Sentimento gregário é o que induz cada um de nós a perceber, bem no âmago da nossa alma, que fazer tudo isso, participar de tudo isso, não é uma obrigação, mas uma satisfação.
Decorrências da 5ª. Característica
Nossos jovens desenvolvem o gosto pela leitura e lêem mais que a média européia.
Nossos alunos e instrutores viajam muito mais que a maioria das profissões, artes e esportes.
Nossos praticantes cultivam a sofisticação da gastronomia e aprendem não apenas a comer, mas a cozinhar com refinamento.
Valorizamos as boas maneiras, a elegância e a civilidade, como ferramentas do bom relacionamento.
Como temos cursos e eventos em várias cidades e em diversos países, a conseqüência imediata disso é que fazemos muitos amigos no mundo inteiro; e a segunda é que temos estímulos para viajar: participar de eventos, rever os amigos e viajar a um custo mais baixo, pois podemos ficar hospedados com os colegas.
É normal que um instrutor nosso, formado há dois ou três anos já tenha conhecido mais de cinco estados do Brasil e mais um ou dois países. Em que outra profissão podemos encontrar uma média assim?
posted 25 de novembro de 2009
Já viu vídeos de coreografias?!
Uma das 8 técnicas que o nosso Método possui são os ásanas, as técnicas corporais. E uma das nossas características é o encadeamento das técnicas em sequência coreográfica. A junção destas duas dá algo muito bela, que são as coreografias.
Clique aqui e confira por você mesmo!

posted 18 de novembro de 2009
Receita deliciosa!

STROGONOFF DeROSE
TEMPO DE PREPARAÇÃO: CERCA DE 15 MINUTOS.
INGREDIENTES:
cebolas;
palmito macio;
champignon;
queijo mozzarella, provolone e um terceiro da sua escolha;
molho de tomate;
creme de leite, ou tahine, ou taratur;
orégano;
cardamomo em pó;
noz moscada;
molho de pimenta verde ou vermelha.
Quantidades, a gosto. Se faltar um destes ingredientes, não se aflija. Substitua-o de acordo com o seu paladar e intuição. Culinária também se faz com criatividade e improviso.
MODO DE PREPARAR:
Corte as cebolas em rodelas e ponha para fritar sem acrescentar nenhum tipo de óleo. Vá mexendo sempre para que não queime, mas deixe dourar bem. Introduza o molho de tomate. Depois acrescente um pouco de água, os champignons cortados ao meio e o palmito picado. Que tal um pouco mais de água?
Assim que ferver, baixe o fogo e adicione os queijos. Primeiro os queijos mais consistentes, que demoram mais para derreter; depois os mais brandos, como a mozzarella. Vá mexendo para não grudar. Quando os queijos estiverem derretidos, acrescente as especiarias: orégano, cardamomo, noz moscada e o molho de pimenta. Sal, nem pensar! Desligue o fogo. Sem demora, acrescente o creme de leite. A quantidade de creme de leite fica boa quando os queijos não fizerem mais “fiapos”. Se preferir, no lugar do creme de leite coloque tahine.
Se quiser, pode adicionar uma pitada de germe de trigo e/ou farelo de trigo antes de tirar do fogo.
Cada vez que utilizar esta receita varie os condimentos, os queijos e o restante: o strogonoff DeRose tem cerca de 3.000 variantes…
Este prato acompanha bem qualquer tipo de legume cozido ou arroz.
posted 28 de outubro de 2009
Fábula sobre a Síndrome de Caim
Quando surgiu a espécie Homo, de onde viria a desenvolver-se a espécie Homo sapiens, havia duas subespécies: Homo amābilis e Homo malīgnus. Essas subespécies eram tão semelhantes que até podiam cruzar e eventualmente o faziam, gerando uma descendência híbrida. Mas havia uma diferença entre elas. OHomo amābilis era um animal doce e querido, de sentimentos francos e comportamento dócil. Jamais agredia, nem para se defender. Repartia a comida (frutos, raízes, folhas, mel), dividia a caverna, compartilhava as ferramentas. Nunca esperava uma agressão ou traição por parte do Homo malīgnus. Este, por sua vez, era o oposto. Sempre tramando ardis para roubar a comida, as ferramentas, a moradia e tudo o que o Homo amābilis possuísse. Há quem diga que o relato bíblico de Abel e Caim, os primeiros homens sobre a Terra, referia-se àquelas duas subespécies.
Havia, na época, alguns poucos milhares de exemplares da espécie Homo no planeta e não se esperava que ela vingasse, pois era menos aparelhada para sobreviver que os outros animais. Não dispunha de presas, garras, chifres, veneno, velocidade, nada. Mas uma das subespécies parecia ter desenvolvido, como arma secreta, uma astúcia maligna. Com ela, engendrava ciladas para os animais, inclusive os da mesma espécie, a fim de levar vantagem, destruí-los e tomar tudo o que eles tinham.
Com o tempo, o Homo amābilis entrou em extinção por razões ainda não muito claras, enquanto o Homo malīgnus sobrepujou e sobreviveu. Dele, evoluiu o Homo sapiens. Por isso, temos tantas invejas, tanto ódio, tanto prazer em destruir, em falar mal. Por isso, existem crimes e guerras. Por isso, o ser humano destrói o meio ambiente, desmata as florestas, polui as águas. Por isso, ele tortura e mata sem sensibilidade tanto outros humanos quanto os animais e devora suas carnes.
O Homo malīgnus só não destruiu totalmente a vida no planeta porque alguns espécimes trazem os genes recessivos do Homo amābilis, adquiridos por ocasião dos cruzamentos acidentais entre as duas subespécies na aurora desse “pithecos” que se diz Homo. Um bom número dos que trazem os genes do Homo amābilis são hoje praticantes de SwáSthya e vegetarianos convictos. E é por isso que ainda há esperança para a humanidade e para o planeta.
posted 21 de outubro de 2009
Recomendamos-lhe este livro:
Sútras, máximas de êtase e lucidez
do DeRose
posted 9 de outubro de 2009
Selvagemente bom
Texto gentilmente escrito por Nina Rocha
Conhecido na França como champignon e, no Brasil, como cogumelo, esse vegetal sem raiz nem clorofila é realmente curioso.
Talvez por suas singularidades, ele seja tão cercado de histórias. Os faraós do Egito o adoravam e não permitiam que as pessoas do povo o consumissem.
Os soldados romanos o apreciavam em grande quantidade, pois acreditavam que, dessa forma, ficariam mais fortes.
Várias culturas, sobretudo na Grécia Antiga, acreditavam que eles tinham propriedades afrodisíacas. E na cultura escandinava, ele serviria até como moradia para os pequenos seres místicos da floresta.
Existem muitas variedades de champignon. Na França, este número é próximo a 500. Contudo, apenas uns 20 são bons para fins culinários. Poucos são cultiváveis, a maioria deles é selvagem e cresce onde acharem melhor.
Dependendo da espécie, são relativamente raros. Precisam de uma série de elementos para se desenvolver, além de bom solo, e alternância entre períodos com chuva e sol.
Os cèpes, por exemplo, são comuns no Sudoeste da França, e preferem a sombra de carvalhos e castanheiras. Aparecem entre os meses de agosto e outubro. E é necessário certo número de dias de chuva, seguido de alguns dias de sol. As pessoas que vivem no campo são os principais catadores de champignon e guardam todas as informações referentes a essa preciosidade a sete chaves.
Pergunte a eles quantos dias de chuva, ou quantos dias de sol, e eles vão dar um jeitinho de desconversar e mudar o rumo da prosa. A colheita do champignon é uma espécie de esporte de competição dos franceses, sobretudo os que vivem no campo. Mas não pense que basta ir passear na floresta, colher e se regalar. Diferenciar um champignon comestível de um venenoso não é nada fácil, mesmo os camponeses com muitos anos de experiência podem encontrar dificuldade. Nesse caso, é preciso ir até a farmácia mais próxima, isso mesmo, farmácia. Os farmacêuticos estão habilitados a certificarem se o champignon é comestível.
Por tudo isso, na próxima vez que for a um restaurante, ou lhe servirem algum tipo de “champignons sauvages”, estará comendo não apenas um simples vegetal, mas um pedaço da História.
Como preparar:
Lave rapidamente, não deixe de molho e seque com papel absorvente. Saltei com um pouco de manteiga, coloque sal no começo do cozimento. Mas, cuidado, pois o sabor se potencializa com o cozimento. Você pode dourar um pouco de alho, bem picado, antes de acrescentar o champignon. Para finalizar, salpique salsinha bem picada.
Propriedades nutricionais: é rico em proteínas, vitamina E, D, K, e, sobretudo B, fósforo, selênio, potássio, ferro e pobre em sódio.
Algumas variedades de champignons selvagens e a época de colheita:
- cèpes: entre agosto e outubro
- girolles: de maio até agosto
- chanterelles (Cantharellus cibarius), conhecido como cantarelos, no Brasil, e rapazinhos, em Portugal: de junho a setembro
- trompette de La mort: a partir de junho e até novembro
posted 25 de setembro de 2009

Sutileza
Onde há sutileza, em geral, há boa educação. Sutileza tem a ver com polimento, refinamento.
Sutileza na maneira de segurar um xícara, um copo, um garfo. Sutileza na forma de sentar-se no sofá sem se atirar nele ou se virar na cama sem disturbar o parceiro que está lá. Sutileza na maneira de tocar pessoas e objetos. Sutileza na forma de fechar o porta-malas do automóvel de um amigo. Sutileza na hora de repor as coisas exatamente no lugar de onde a tiramos, na casa dos outros, por mais íntimos que sejam. Sutileza na hora de selecionar amizades e as pessoas com quem vamos envolver-nos afetivamente. Sutileza na maneira de reclamar, na forma de fazer amor ou na forma de dizer uma verdade.
O sorriso
O mundo é como um espelho: sorria para ele e só verá sorrisos.
Se há uma linguagem universal, essa é a do sorriso.
O sorriso deve ser como um cumprimento, como pedido de desculpas e como aceno silente e simpático quando olhares se cruzam.
O sorriso é o nosso grande trunfo. Denota civilidade, educação, delicadeza, confiança em si mesmo… e abre muitas portas!
A teoria do espaço vital
Boa parte dos princípios de boa maneira pode ser fundamentada na teoria do espaço vital. Essa teoria explica que cada ser humano tem um espaço territorial em torno de si, que varia conforme a raça, o país e a educação de cada um. Como regra, quanto mais sensível e educada for a pessoa, maior o espaço vital que precisa.
Mesmo uma pessoa amada, se permanecer muito tempo próxima demais vai gerar desconforto.
Por isso, saiba respeitar e compreender a necessidade de seu apêndice conjugal de ficar só.
Você já ouviu a expressão “gostinho de quero mais” ? Quando você sabe a hora certa de ir embora, deixa essa sensação e os amigos lhe dirão com sinceridade: – Mas você já vai? É cedo, fique mais um pouco. Não fique! Deixe o gostinho de quero mais. Assim será sempre bem-vindo. Imponha sua presença e saturará os anfitriões que possivelmente não o convidarão mais.
Trechos extraídos do livro:
Boas Maneiras no Yôga
Autor: Mestre DeRose
Editora: Nobel

